Saúde em primeiro lugar
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O Estudo Internacional Met Life de Tendências de Benefícios para Funcionários 2011, segundo o jornal Infomoney, identificou o Convênio Médico como o benefício mais pleiteado e desejado pelos trabalhadores. Na seqüência vêm benefícios como Seguro de Vida e Assistência Odontológica. O Estudo ainda revelou que 4 em cada 10 empresas oferecem planos de saúde. Destas, 63% acredita ser de suma importância ter um provedor de seguros que ofereça suporte e programas em auxílio dos seus trabalhadores no que diz respeito a informações para que mantenham a saúde em dia. Visando melhorar o serviço prestado pelas seguradoras dessa área, a Agência Nacional de Saúde, ANS, estabeleceu algumas regras que entrarão em vigor a partir de 20 de setembro, estipulando prazos máximos de espera para consultas, exames e cirurgias. A medida tenta evitar surpresas como a que teve a aposentada Marlene Lima de Queiroz, de 76 anos. Ao tentar marcar um neurologista, ela descobriu que teria de esperar mais 45 dias para agendar a consulta. Se a regra já valesse, ela teria que ser atendida em 14 dias úteis. Do contrário, a operadora teria que indicar um profissional disponível para atendê-la nesse prazo. Se não tiver entre os seus prestadores de serviço, médico daquela especialidade, a operadora terá que garantir o atendimento por profissional não credenciado no mesmo município ou o transporte do cliente, ida e volta, até o prestador credenciado. Se não oferecer nenhuma das alternativas, a operadora terá que reembolsar o valor da consulta particular em 30 dias. Par evitar abusos, o advogado Julius Conforti, especialista em saúde, medicina e direito do consumidor, defende que a Agência intensifique a fiscalização. A multa por negativa de cobertura será de R$ 80 mil, com aumento deste valor para casos reincidentes. Entendendo as novas regras:1. A nova norma da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) garante que o paciente seja atendido por seu médico de preferência? 3. E se a operadora não tiver outro profissional daquela especialidade ou o serviço de diagnóstico credenciado no município? 4. E se não houver acordo? 5. A norma coíbe a prática de alguns médicos, que garantem horários para o paciente particular enquanto os beneficiários de planos de saúde têm de esperar pela consulta?
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